Thursday, April 05, 2007

Monumental Saldanha


Tínhamo-nos conhecido, já não me lembro exactamente como, através da internet. Só me lembro de já ter o contacto de msn dela na minha lista de contactos.
Começamos a falar por messenger e rapidamente verificámos que tínhamos algo em comum, o gosto pelo sexo virtual. Perdi a conta às vezes a que nos masturbámos em frente à Webcam, estimulados um pelo o outro. Era um gozo brutal aquele de dar prazer físico sem sequer tocar na pessoa, simplesmente através de palavras e imagens meio distorcidas também no tempo, transmitidas pelo monitor do computador.
No entanto chegou o dia em que decidimos que, porventura, valeria a pena encontrarmo-nos para nos tocarmos carne na carne. E assim foi.
Ela era da capital, por isso combinou-se que eu ia até lá. Era sempre um prazer para mim ir até à capital. Preferimos jogar pelo seguro, e por isso não combinámos nenhum jantar nem café, combinámos ir ao cinema. Combinámos que nos encontraríamos à porta do Monumental Saldanha. Seria fácil reconhecermo-nos, o mais difícil seria, reconhecermo-nos vestidos, mas estava certo que conseguiríamos ultrapassar essa adversidade.
Tudo correu como o planeado sem grandes problemas. Encontrámo-nos, à hora combinada, à porta do cinema. Ela, gentilmente, já tinha os bilhetes. Cumprimentámo-nos sem grande efusão, mas sim como se nos tivéssemos visto no dia anterior, como bons velhos amigos que se vêem regularmente.
Entrámos na sala de cinema e ocupámos os nossos lugares. Começou o filme. Nada demais, tudo normal. A meio do filme lembro-me de pensar sobre o motivo que ali me trazia, que certamente não era o filme, mas sim uma qualquer cama de hotel onde pudéssemos fazer ao vivo aquilo que tantas vezes simulámos através do msn. Estava nestes pensamentos quando sinto a mão dela por baixo do casaco que tinha sobre as pernas. Era uma mão decidida, começou por me massajar a zona do sexo produzindo de imediato o efeito esperado, a minha tusa. Mal ela sentiu que estava pronto, abriu-me o fecho das calças e tirou-me o pau teso para fora, fazia isto enquanto olhava, ao que parecia, atentamente para o filme. Eu estava um pouco preocupado com as pessoasque nos rodeavam, mas dado que tudo se passava dissimuladamente por baixo do casaco deixei a coisa fluir. Verifiquei com agrado que ambos tínhamos as mesmas intenções, sexo...
Começou a masturbar-me com alguma intensidade, eu estava a ficar muito excitado, no entanto tentava disfarçar o mais que podia. Estava prestes a vir-me. Eu sabia isso e ela também se apercebeu. Lembro-me de pensar que lá ia sujar o casaco, mas não me ralei, o que era o casaco comparado com aquela experiência, qual não é o meu espanto no momento em que me estava prestes a vir, ela, num movimento não brusco mas bastante bem coordenado, tira o casaco e apontando o meu falo a esvair-se em leite quente para a cabeça da mulher que estava sentada à nossa frente. Por momentos fui tomado pelo pânico enquanto ouvia os risos abafados dela. Ao que parece, dada a farta cabeleira da Sra., parece que ela não deu por nada. Acalmei enfim para poder também sorrir. Mas imediatamente congeminei uma vingança.
O filme acabou e estávamos a sair da sala, eu peguei-lhe gentilmente no braço e sussurrei-lhe ao ouvido: "Vamos mandar uma no WC".
Fazer sexo no WC de locais público era uma fantasia que falávamos muitas vezes durante as nossas sessões online. Ela acedeu de imediato e assim, dirigimo-nos para o WC masculino. Depois de verificar que o caminho estava livre entrámos e fechamo-nos num dos compartimentos. Comecei por beijá-la enquanto, com a mão já por baixo da blusa, lhe comprimia as mamas. Quando senti o momento comecei por me baixar, meti as mãos por baixo da saia e desci-lhe o fio dental que trazia. Abri-lhe as perna e lambi-lhe o sexo, primeiro de forma desregrada e depois, concentrando a língua no clitóris enquanto friccionava os lábios vaginais com o dedo médio. Sentia que ela estava a arder, gemia baixinho. Levanto-me e começo a baixar as calças, ela faz o movimento para se baixar. Eu recuso e viro-a de costas para mim... Afasto-lhe as pernas e passo a minha glande tesa pelos seus lábios vaginais. Sinto-os completamente molhados, mas tinha um plano a seguir. Afastei-lhe bem os glúteos, deixei cair um fio de saliva sobre o meu pau teso, encostei-o no , e enfiei-o de uma estocada só. Ela abafa um grito e sinto-o o seu esfícter anal a contrair-se sobre o meu falo teso dando-me um momento de prazer incrível. Após recuperar pergunta-me: "Então? Para que foi isso?". Ao que eu respondo: "Todos temos as nossas brincadeiras.."
Após recuperar da surpresa não deixei a coisa esmorecer, continuando com investidas ritmadas no seu , enquanto com o dedo médio continuava a estimular o seu clitóris com o suco vaginal. Ela gemia baixinho ao ritmo que o meu pau cada vez mais teso lhe entrava no , agora mais habituado. De súbito, senti que o corpo dela sofria um espasmo ao mesmo tempo que fiquei com a mão com que andava a brincar com o clitóris ficar toda molhada: Estava a vir-se. Isto estimulou-me ainda mais e vim-me com prazer com o meu falo teso a querer romper o seu , enquanto lhe puxava com força pelos quadris para meter toda a carne tesa dentro dela...

Depois disto e de alguma tropelia para sairmos da casa e banho sem sermos notados seguimos o nosso plano original. Fomos para um hotel para, mais calmamente, continuar a usufruir dos nossos corpos. Eram perto das cinco horas da madrugada quando começamos a conversar sem a ideia da carne subjacente, adormecemos por fim. De manhã ela teve de se levantar cedo para ir para trabalhar. Eu tive de fazer o check-out até às onze, embora o que eu queria mesmo era ficar naquela cama todo o dia a sentir o seu cheiro impregnado da nossa lascívia.

Fui para casa, à noite encontrámo-nos no msn para reviver a nossa aventura...