A Vodka
Tinha sido um jantar animado. Como de costuma tinha sido eu a cozinhar. Fazia sempre aquele acordo. Eu cozinho e vocês lavam e arrumam, ok? Ok; responderam em coro sem pensar nas consequências...
Após o jantar passámos ao Porto e depois à Vodka. Lembro-me da Natacha ter dito quando a garrafa de Porto se esvaziou; Esperem que eu tenho uma Vodka russa no quarto. No momento seguinte já ela aparecia do quarto com a garrafa na mão. Bebemos a Vodka à maneira russa, ou seja, simples, sem nada mais. Bebemos assim uma garrafa de Vodka inteira.
Estávamos completamente ébrios. Eu ainda tive a consciência de ir fumar para a janela do meu quarto, sendo seguido pela Natacha e o Pedro. Fumávamos eu e a Natacha, o Pedro estava a fazer companhia, estava a fazer render o jantar. Já todos tínhamos notado que havia ali um clima, já todos sabíamos como iria acabar. Estávamos só nós três no quarto com a porta fechada para que o fumo não se propagasse ao resto da casa. O Pedro e a Natacha começaram a discutir quem lavaria a louça. É óbvio que por aquela altura já ninguém estava interessado em lavar o quer que fosse. Natacha começou a fazer o jogo dela. Disse então para o Pedro no seu inglês mesclado de russo; O que queres para lavar a louça, diz-me eu faço tudo. O Pedro sorriu, todos sabíamos o que lhe passava pela cabeça, mas nada respondeu. Ela insistiu; Anda lá Pedro, lava lá a louça. Foi então que o Pedro tomou a iniciativa; O que me dás se eu lavar a louça? A Natacha dominando a situação olhou-o nos olhos e disse-lhe lentamente; Tudo o que quiseres... Então faz-me um broche, respondeu-lhe ele também calmamente... Ela sorriu, fingiu uma hesitação e começou a baixar-se. Eu estava já de espectador, ainda junto à janela e ainda a fumar o meu cigarro a assistir àquele jogo, ao mais antigo jogo do mundo, ao jogo do dominado e do dominador...
Olhei para o Pedro enquanto a Natacha lhe abria as calças, ele retribuiu com um piscar de olho, eu respondi com uma passa...
Quando ela baixou as calças de Pedro já o seu falo estava teso. Começou por o lamber suave e provocadoramente, fez aquilo por algum tempo até que, num ápice meteu-o todo na boca. Pedro já estava à espera daquilo certamente, mas a sua reacção foi de espanto pelo seu abrir de olhos. Ela começou com movimentos bruscos, ele pegou-lhe na cabeça e fodeu-lhe a boca literalmente. Sinceramente achei aquilo despropositadamente violento, mas parecia que ambos estavam a gostar. Ela começou a gemer e ele a falar português para ela, felizmente, pois não sei se ela gostaria de ter percebido quando ele dizia; Chupa-o todo sua puta, mete-o toda nessa goela sua vaca... Mesmo antes de se vir, Pedro tirou o seu membro da boca de Natacha e veio-se bem na sua cara enquanto ainda lhe segurava nos cabelos enquanto eu apagava a beata do meu cigarro enquanto Natacha sorria de prazer. Natacha tinha a cara a escorrer esperma. Fui buscar um lenço para ela se limpar. Pedro apertou as calças. Após limpar a cara Natacha agradeceu-me e disse a Pedro; Anda, agora vai lavar a louça...

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