A Socióloga
Tinha sida um dia longo. Tinha um longo dia aquele o da Reunião Anual da Sociedade Portuguesa de Sociologia. Eu tinha sido convidado por uma amigo que sabia do meu interesse pelo assunto. Não resisti e fui. Afinal de contas quem faltou foi o meu amigo. Assim deu-me no meio de uma reunião cheia de gente estranha. Tudo foi monotonia até ao almoço. Ao meu lado sentou-se uma mulher, tinha sido a última conferencista da manhã, e claro, não resisti a meter conversa com ela tal como não resisti a olhar para o decote de onde saltava à vista o que havia por trás daquele tecido fino. Conversámos acerca do tema da sua conferência: O ser social. A perspectiva Hegeliana.
No fim da conversa descobrimos que éramos de mesma cidade e logo ali ficou decidido que me daria boleia. Eu agradeci, pois tinha vindo de comboio. Combinámos encontrarmo-nos no final da reunião. Ela teria de passar a tarde em reuniões privadas para a discussão das última teorias com as maiores cabeças mundiais do campo. No fim do dia, tal como o combinado, lá estava ela à minha espera, à porta do centro de conferências. Para minha surpresa cumprimentou-me com dois beijos na cara. Lembro-me de ficar extremamente agradado com o seu perfume. Perguntei-lhe: Engraçado, tenho um amigo meu que usa o mesmo perfume. Usa perfume de homem? Ela sorriu. Meu caro, os perfumes de mulher são uma merda. Prefiro o cheiro quente dos perfumes masculinos. Não gosta? Adoro, respondi.Tomámos o caminho rumo à nossa cidade. Estava a ser uma viagem muito agradável. Ela tinha uma conversa fácil. Podia-se ver facilmente que era uma pessoa inteligente. Não pude resistir a deitar mais uns olhares para o seu peito. Durante a condução, a sua saia de um tecido fino, foi subindo chegando para ver as ligas das suas meias. Tinha umas pernas proporcionais ao seu peito. Bem torneadas, firmes, elegantes. A meio do caminho, de súbito, disse-me; Tenho de lhe mostrar uma coisa. Vamos fazer um pequeno desvio. Aqui perto há uma vista que com o pôr-do-sol é, simplesmente, divinal, não podemos perder. Eu acedi. Para mim era até um bónus poder passar um pouco mais de tempo com aquela beldade. Entrámos numa zona deserta. Estávamos perto de um rio ladeados de campos de cultivo a perder de vista. Tinha a nítida impressão que éramos as únicas almas vivas num raio de quilómetros. Parou o carro paralelamente ao curso do rio. Quando imobilizou completamente o carro olhou para mim e disse-me; Vou fazer-te um broche, tá bem? Ainda não me tinha dado conta do que ela me tinha dito já ela me estava a abrir as calças. O certo é que já estava excitado desde alguns quilómetros atrás. A visão daquelas pernas, o breve vislumbre dos seu mamilos por baixo do tecido fino da sua blusa não perdoou. Quando voltei a mim já me lambia o falo completamente, ritmando a sua entrada na boca com a ajuda das mãos. Estava completamente estupefacto com aquilo. Nisto com o meu falo encostado à sua face olha para mim a sorrir: Então, surpreendido? Bem – balbuciei eu – realmente não estava à espera, mas confesso que penso em possuir esse peito desde que te vi na tua conferência esta manhã. Nisto ela lançou o meu banco para trás e colocou-se de joelhos à minha frente, desapertou a blusa e pôs o meu falo entre as suas mamas, massajando-o com o seu peito duro. Eu estava simplesmente a ficar louco. Nisto, colocou-se em cima de mim, para a minha maior surpresa verifiquei que não trazia lingerie, senti o meu pénis teso a entrar pela sua vagina por baixo daquela saia fina que usava. Por esta altura tive a oportunidade de lamber os seus mamilos duros enquanto ela me montava num ritma crescente. Nisto ele olha-me nos olhos e diz-me. Sabes? Eu nem estava para fazer nada disto, mas reparei no teu olhar guloso sobre o meu corpo e não resisti. Fizeste bem; respondi eu. Mas chega de conversa. Nisto começa a montar-me a um ritmo alucinante. Abraçou-me ficando com a minha cara bem metida no seu peito. Começou a gemer. Senti que estava a ficar todo molhado do fluxo proveniente do seu sexo. Fode-me, anda, fode-me toda, começou de súbito a gritar. Isto despoletou em mim uma reacção imediata. Agarrei-a pelas ancas e comecei a penetrá-la com força enquanto ela continuava a gritar. Após uns momentos naquela loucura gritou por fim. Vem-te, vem-te comigo. Senti onda de ligeiros espasmos correram o seu corpo. Não resisti. Vim-me. Senti o meu sémen quente a invadir o seu corpo. Ela parou. Posou a cabeça no meu ombro com o meu pénis ainda a latejar dentro dela. Ouvi-a a dizer ao meu ouvido: Esta zona é conhecida por ter a maior concentração de milhafre real de Portugal.


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