Festa de Máscaras
Cheguei já a festa ia a meio. A loucura era já completa. Era a primeira vez que ia a uma festa daquelas. Entrava-se com palavra passe e com o rosto coberto, lá dentro uma orgia completa. Mulheres eram montadas por dois homens enquanto dois ou três se limitavam a observar enquanto conversavam. Havia no ar um cheiro a luxúria quase insuportável. Estava a observar quando passa por mim um corpo, também ela de cara tapada, mas a máscara constituía a única peça que lhe cobria o corpo. Puxei-a para mim, empurrei-a contra a parede e penetrei-a por trás de forma animalesca. Vim-me enquanto lhe puxava os cabelos e respirava ofegantemente. Larguei-a, ela continuou a andar quase como nada tivesse acontecido. Eu olhei-a com um misto de curiosidade e desprezo. Ela nem olhou para trás.
Fui beber o meu vodka-martini...

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