A Irmã
Estávamos num bar rodeados de amigos quando ela me disse ao ouvido.
- Hoje trago ligas.
Eu olhei para ela surpreso
- E para que me estás a dizer isso? Perguntei
- Pensei que gostasses de saber. Respondeu
Meti a mão discretamente por baixo da sua saia. Era verdade, estava de ligas.
- Também não trago lingerie. Continuou.
- Olha, assim deixas-me louco. Assim vou ter de te comer toda hoje.
Ela riu.
- Não eras capaz. Disse com um ar desafiador. Eu sei que tu nunca me tocarias.
- Mas como podes tu ter tanta certeza?
- Tu sempre me tratas-te como uma irmã, não era agora que isso iria mudar...
- Não me provoques.
- Sim, como se isso mudasse alguma coisa.
- Eh pá estás a dar-me uma tusa. Pára por favor.
- Sim, se não parar o que é que fazes?
Encostei a minha boca bem ao lobo da sua orelha e comecei s sussurrar.
- Olha, levava-te para o meu quarto, encostava-te à parede de costas para mim e subia essa saia, puxava as tuas ancas para mim e fazia-te abrir as pernas para ver a tua coninha bem húmida. Depois baixava as calças e tirava o meu pau teso e metia-o devagarinho por ti a dentro. Depois, lentamente, aumentava o ritmo da penetração, quando chegássemos ao ritmo de três penetrações por segundo dava-te umas palmadas nesse rabo redondinho enquanto te puxava para mim pelos ombros. Continuaria assim neste ritmo durante um minuto e meio enquanto te mordia o ombro. Depois aumentaria o ritmo para quatro penetrações por minuto, fazendo-te erguer bem os teus quadris para as penetrações serem completas. Quando me tivesse prestes a vir, atirava-te para cima da cama e vinha-me para as tuas mamas. Se não parares, será isto que farei.
Ela olhou para mim durante uns momentos, depois aproximou-se ao meu ouvido e disse.
- Mostraste-me tanta delicadeza que me confundiste. Às vezes sou de compreensão lenta e tu não foste fácil de compreender. Eu não sou de porcelana, sou de carne. Depois não te quis assustar com os meus gostos hardcore. Tu amarra-me, bate-me, o que quiseres, desde que não me magoes.


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