Thursday, July 20, 2006

A Vendedora

Era Sábado pela manhã, aproveito sempre para ler as linhas que deixei abandonadas nos livros durante a semana. Levanto-me, encho uma chávena de café e ainda de robe pego no livro e leio até ser tarde alta. Desta vez não foi bem assim. Tinha acabado de me sentar quando tocam à campainha. Lembro-me que na altura senti curiosidade, mas quem seria? Nenhum dos meus amigos estaria levantado àquela hora. Fui abrir a porta. Para minha surpresa/aborrecimento, era uma vendedora da TV-Cabo. Mal abri a porta fui imediatamente bombardeado:
“Olá eu sou a Cristina. Já tem TV Cabo?”
“Não e nem estou a pensar ter, não tenho tempo para ver...”
“Pois olhe que eu tenho para lhe oferecer um excelente pacote promocional só válido para aderentes deste mês. Posso ao menos mostrar-lhe?”
Naquela altura já tinha aberto mais os olhos e visto a pessoa que estava à minha frente. Deveria ser uma miúda não mais que 22 anos, não muito bonita, mas tinha um busto impossível de esconder. Comecei a sentir o sangue a correr mais depressa...
“Entre” – Disse eu – “Não me vai explicar isso tudo aí fora em pé” – E entrei em casa à espera de ser seguido por ela. Ela não entrou, começou por dizer que era contra a política da TV Cabo entrar em casa dos clientes. E respondi-lhe – “Então feche a porta por favor e até sempre....”.
Passados alguns segundos estava na sala onde eu me encontrava já sentado de robe sem nada mais vestido por baixo.
“Sente-se e explique-me lá essa coisa...”
Ela sentou-se o que permitiu criar uma frincha por onde podia ver grane parte do seu peito, não sei se era de propósito, mas comecei a ficar excitado, desde que ela começara a falar nada tinha ouvido, só via aquele peito. Estava desesperado e pensei em fazer o inesperado. “Que se lixe pensei eu, o máximo que pode acontecer é ela ir-se embora...”.
Simulando um descuido deixei que o meu robe se abrisse expondo o meu falo erecto. Simulei embaraço:
“Desculpe não sei como isto aconteceu”
“Parece que temos aí um problema” – Disse ela com naturalidade.
“Pois” – Sem saber o que mais dizer.
Dito isto ela colocou os papéis com a descrição das promoções em cima da mesa e delicadamente pegou no meu falo teso e começou a lambê-lo suavemente. Lembro-me de pensar, isto não pode estar a acontecer. Mas ainda assim só pensava nas mamas dela. Apalpei-as por cima da camisa com o logotipo da empresa e senti o seu volume. Era macias mas firmes, típicas de uma rapariga daquela idade. De seguida abri-lhe a camisa com dificuldade enquanto ela me continuava a fazer um broche de profundis valsa lenta, assim sem pressa mas tenso. Sentia a sua boca firme contra o meu falo teso. Com uma mão abri-lhe o soutien, as mamas não caíram, ficaram ali tesas no ar. A partir daí deixei-me de delicadezas. Tirei-lhe o pau da boca, deitei-a no sofá, apertei-lhe as mamas e comecei a fodê-las. A certa altura tirou-me as mãos e começou ela a apertar as mamas enquanto eu fazia investidas vigorosas contra aquelas mamas rijas. Meti-lhe o dedo médio na boca que ela chupou com vontade. Continua-mos assim por algum tempo, quando ela pressentiu que era a altura largou as mamas e deixou-me vir. Vi-lhe o sémen a escorrer pelo pescoço. Agarrei num bocado e espalhei-o pelas mamas e acariciei-as de mãos abertas, sabia que não teria oportunidade de gozar assim um peito nos próximos tempos.
Ela sorriu e disse: Bom, agora vamos falar de pacotes promocionais...